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    Historia i autorzy | źródło tekstu - Wikipedia | Edycja

    Língua castelhana

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    (Redirecionado de Língua espanhola)
    Castelhano ou espanhol
     (Castellano o español)
    Falado em: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Guiné Equatorial, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai, Venezuela
    Total de falantes: 400 milhões
    Posição: 3
    Família: Indo-européia
     Itálica
      Românica
       Italo-ocidental
        Ocidental
         Galo-ibérica
          Ibero-românica
           Ibero-ocidental
            Castelhano ou espanhol
    Escrita: Alfabeto latino
    Estatuto oficial
    Língua oficial de: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Guiné Equatorial, Honduras, México, Nicaragua, Novo México (EUA), Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico (EUA), República Dominicana, Uruguai e Venezuela

    Minorias em predomínio: Nos Estados Unidos Escassas minorias em: Andorra, Belize e Gibraltar.
    Núcleos de imigrantes em: Alemanha, Arábia Saudita, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Kuwait, República Checa e Suíça.

    Códigos de língua
    ISO 639-1: es
    ISO 639-2: spa
    SIL: SPN

    ██ Países onde o espanhol tem status de língua oficial.

    ██ Países ou regiões onde o castelhano é falado sem reconhecimento oficial, ou onde se falam línguas crioulas de origem castelhana (chabacano das Filipinas, etc.) com ou sem reconhecimento oficial, e áreas de forte influência hispânica.

    ██ Estados dos Estados Unidos da América onde o castelhano não possui status de língua oficial, mas é falado por 25% ou mais da população.

    ██ Estados dos Estados Unidos da América onde o castelhano não possui status de língua oficial, mas é falado por algo entre 10% a 20% da população.

    ██ Estados dos Estados Unidos da América onde o castelhano não possui status de língua oficial, mas é falado por algo entre 5% a 9,9% da população.

    NOTA: Para informações detalhadas sobre as fontes utilizadas na criação de mapa, ver sua página de descrição

    Castelhano (castellano) ou espanhol (español) são os nomes atribuídos a uma língua românica originária da Espanha e que hoje é a língua mais falada das Américas. O idioma castelhano tem essa denominação por ser originário da região de Castela. Junto com o inglês é a língua ocidental que possui mais falantes.

    Índice

    [editar] Distribuição geográfica

    Enquanto na lista mundial de línguas mais faladas figure na segunda, terceira ou quarta posição segundo a fonte consultada (os censos da Índia e América do Sul variam muito segundo o organismo consultado), o que fica claro é que em importância ocupa a segunda posição atrás do Inglês, com quase quatrocentos milhões de falantes nativos.

    Embora o castelhano seja uma língua principalmente americana, é falada nos seis "continentes", embora em alguns de forma quase residual:

    Também é uma das seis línguas oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU).[1]

    País Número de falantes
     México 106.682.500[2]
     Estados Unidos 55.000.000[3] (44.321.038 no censo)[4]
    Espanha Espanha 46.063.511 [5]
     Colômbia 44.500.000[6]
    Argentina 39.745.613[7]
     Peru 28.750.770[8]
     Venezuela ~27.000.000
     Chile 16.763.470[9]
    Equador 13.363.593[10]
     Guatemala 13.354.000[11]
     Cuba 11.286.000
     Bolívia 10.027.643[12]
     República Dominicana 9.760.000 [13]
    Honduras 7.146.118
    El Salvador 6.992.000
    Nicarágua 5.603.000 [14]
    Costa Rica 4.468.000 [15]
    Paraguai 6.127.000 [16]
     Reino Unido 107.654[17]
    Porto Rico Porto Rico 3.991.000 [18]
    Uruguai 3.341.000 [19]
     Panamá 3.343.000 [20]
    Guiné Equatorial 1.137.143[21]
     Canadá 1.000.000[22]
    França França 440.106[23]
    Brasil Brasil 409.564[24]
    Alemanha Alemanha 140.000[25]
     Israel 130.000[26]
    Suíça 123.000[27]
    Belize 106.795 [28]
     Austrália 106.517 [29]
    Suécia Suécia 101.472[30]
    Itália Itália 89.905[31]
    Bélgica Bélgica 85.990[32]
     Japão 76.565[33]
     Andorra 41.644[34]
     Nova Zelândia 21,645[35]
     Marrocos 20.000[36]
     Países Baixos 19.978[37]
    Ilhas Virgens Americanas 16.788
     Noruega 12.573[38]
    Portugal Portugal 9.744[39]
     Jamaica 8.000
    Trinidad e Tobago 4.100
     Rússia 3.320
    Luxemburgo Luxemburgo 3.000
    Filipinas 2.658[40]
     Argélia 379[41]

    [editar] Dialetos

    [editar] Línguas derivadas

    Entre as línguas crioulas e outras línguas derivadas desta língua se podem citar o ladino e o chabacano, falado em algumas localidades das Filipinas.

    [editar] Diferenças

    Castelhano da Espanha Castelhano da América Latina Tradução ao Português
    acera vereda (Arg.) calçada, passeio
    aguacate palta / aguacate abacate
    alquilar rentar (Mex.)/arrendar (Col.) alugar, arrendar
    alquiler renta (Mex. e Chile)/arriendo (Col.) aluguel, aluguer ou renda (em Portugal)
    apresurar apurar apressar
    arcén banquina (Arg. Parag. e Urug.) acostamento, berma da estrada
    ascensor elevador / ascensor (Col.) elevador
    calabaza zapallo / ayote (Méx e Amér. Central) / calabaza (Col.) abóbora
    calabacín chilacayote (Méx e Amér. Central) / Calabacín (Col.) abobrinha, courgette
    coche (automóvil) auto / carro (automóvil) carro (automóvel)
    coger tomar / agarrar / sujetar / coger (Col.) pegar, segurar
    chaval chavo (Méx.) / pibe (Arg.) / chino (Col.) rapaz, garoto, menino, moço, miúdo, chavalo (em Portugal)
    chófer conductor / chofer motorista, condutor, chofer
    eh / ey / oye che (Arg.) / oye / eh ei / aê / aí
    móvil (teléfono) celular (teléfono) celular (telefone), telemóvel
    ordenador computadora / computador computador
    Papá Noel Santa Claus (Méx e Amér. Central) / Viejito Pascuero (Chile) / Papá Noel (Col.) Papai Noel, Pai Natal
    prisa apuro pressa
    puchero olla panela
    vídeo video vídeo
    zapatillas (deportivas) tenis / zapatillas tênis (Brasil), ténis (calçado), sapatilhas (em Portugal)

    [editar] Glossário

    • Amér. Central = América Central
    • Arg. = Argentina
    • Méx. = México
    • Urug. = Uruguai
    • Col. = Colômbia

    [editar] Fonemas

    Tem semelhanças com o português. Contudo, existem diferenças, sendo as principais, ("letra castelhana/espanhola" = "letra portuguesa"): Ll = Lh, Ñ = Nh, Ch = Tch, B e V = B, X = /ks/ (nem sempre, como em México, que soa como jico). Não há, no espanhol, o som da letra X como em xadrez. As letras K (/ca/, /que/, /qui/, /co/, /cu/), W (/v/ em palavras de origem alemã e /u/ em de origem inglesa) e Y (/i/) fazem parte do alfabeto castelhano/espanhol, a i grega (Y) pode ser consoante ou vogal, quando consoante tem um som mais forte. O "J" é um caso à parte: tem um som inexistente em português (o som que chega mais perto é o do R forte brasileiro e dalgumas zonas de Portugal - como em carro). O som correspondente ao "J" português é representado por "LL" no espanhol platino, e inexistente noutros dialectos. Fora isso não há acentos graves, til (Ñ não conta) ou circunflexo. Assim como no português ge = je e gi = ji, e também há o gue e gui, a letra Q segue o mesmo esquema (que = ke, qui = ki) e também há trema. Em castelhano/espanhol o costume é encerrar palavra com N e não com M. O Ç apesar de ter nascido do castelhano/espanhol foi abolido, tal como o SS. Já RR existe no castelhano/espanhol e usa-se da mesma forma que no português. Vale ressaltar que a pronúncia é de 'dois erres', ou seja, /r/,/r/, e não de /ř/ como em carro /kařo/. O Z e o C, este último antes de E ou I, em Espanha pronunciam-se de forma similar ao "th" inglês em "think" ou "something".

    [editar] História

    A língua castelhana é o idioma da Espanha, da América do Sul e Central (excepto Brasil, Haiti, Guianas e várias ilhas caribenhas), das Filipinas e da Guiné Equatorial, na África. Conta com cerca de duzentos e cinquenta milhões de falantes. Também é chamada de ”castelhano”, nome da comunidade lingüística (Castela) que lhe deu origem nos tempos medievais. Na Espanha também são falados o catalão, o asturiano, o aragonês e o galego (idiomas de tronco românico), e o basco, uma língua cujas origens ainda são estudadas.

    Na formação do castelhano/espanhol, podem-se distinguir três períodos: o medieval ou castelhano antigo (dos séculos X ao XV), o espanhol moderno (entre os séculos XVI e XVII) e o contemporâneo, que vai da fundação da Real Academia Espanhola até nossos dias.

    Apesar de ser um idioma falado em regiões tão distantes, a ortografia e as normas gramaticais asseguram a integridade da língua, daí a colaboração entre as diversas Academias da Língua de Espanha e as dos países americanos no intuito de preservar esta unidade. Espanha elaborou o primeiro método unitário de ensino do idioma que é difundido por todo o mundo através do Instituto Cervantes.

    [editar] Latim vulgar

    Como disse Menéndez Pidal: “a base do idioma é o latim popular, propagado na Espanha a partir do final do século III a.C. até se impor às línguas ibéricas”. Entre os séculos III e VI, a língua que evoluía em Espanha assimilou germanismos através do latim falado pelos povos bárbaros romanizados que invadiram a península. Com o domínio muçulmano de oito séculos, a influência do árabe — idioma dos conquistadores berberes — foi decisiva na configuração das línguas ibéricas, entre as quais se incluem o castelhano/espanhol e o português.

    [editar] Glosas medievais

    O nome da língua procede da terra dos castelos, Castela. A esta época pertencem as Glosas Silenses e as Emilianenses, do século X, anotações em romance dos textos latinos no Monastério de Yuso (San Millán de la Cogolla), convertendo-se em centro medieval de cultura, mas a mais antiga referência ao idioma vem do Cartulário de Valpuesta, nos primeiros anos do século IX

    O primeiro passo para converter o castelhano em língua oficial do reino de Castela e Leão foi dado por Afonso X. Foi ele quem mandou compor em romance, e não em latim, as grandes obras históricas, astronômicas e legais. O castelhano era a língua dos documentos notários e da Bíblia traduzida sob as ordens de Afonso X. Graças ao Caminho de Santiago, entraram na língua escassos galicismos que foram propagados pela ação dos trovadores da poesia cortesã e provençal.

    [editar] Árabe

    No sul, sob domínio árabe, as comunidades hispânicas que conviviam com as comunidades judaica e árabe falavam moçárabe. Esta é a língua na qual foram escritos os primeiros poemas, as Jarchas, que conservam uma forma estrófica de clara origem semítica, a moasajas. Em quase oito séculos de interação (711-1492), os povos falantes de Árabe deixaram no castelhano um abundante vocabulário de cerca de quatro mil termos. Com o tempo foram caindo em desuso mas há vestigios modernos, palavras de uso comum como tambor, adobe, alfombra, zanahoria, almohada, e a expressão ojalá, como em português "oxalá" que significa "queira deus" (literalmente: queira Alá). Cabe assinalar que penetrou na gramática castelhana a preposição árabe hatta (حتى), que se converteu na preposição espanhola hasta.

    [editar] Primeira gramática moderna europeia

    A publicação da primeira gramática castelhana, escrita por Elio Antonio de Nebrija em 1492, ano do descobrimento da América, estabelece o marco inicial da segunda etapa de conformação e consolidação do idioma. O castelhano adquire grande quantidade de neologismos, pois o momento coincidiu com a expansão de Castela que, pela força política, conseguiu consolidar seu dialeto como língua dominante. O castelhano é a língua dos documentos legais, da política externa e a que chega à América pela mão da grande empreitada realizada pela Coroa de Castela. Nesta mesma época os judeus sefarditas foram expulsos de Castela e Aragão, levando consigo a fala que daria lugar ao ladino, uma língua que ouvida parece castelhano.

    Num primeiro momento, os realistas não mostraram interesse em difundir a língua castelhana na América e nas Filipinas, realizando-se a evangelização nas línguas nativas.

    Na França, Itália e Inglaterra são editados gramáticas e dicionários para o ensino do castelhano/espanhol, que ganha o status de língua diplomática até a primeira metade do século XVIII. O léxico incorporou palavras originárias de tantas línguas quantos contatos políticos possuía o Império: italianismos, galicismos e americanismos. No ano 1713 fundou-se a Real Academia Espanhola. Como primeira tarefa, a Academia fixou as mudanças feitas pelos falantes do idioma, o que permitiu grande variedade de estilos literários: da liberdade das alterações sintáticas do barroco, no século XVII, às contribuições dos poetas da geração de 1927. No primeiro terço do século XX apareceram novas modificações gramaticais que, ainda hoje, estão em processo de assentamento. Paralelamente, é contínua a criação de neologismos provenientes das inovações técnicas e dos avanços científicos.

    No século XIX, os Estados Unidos da América adquirem o Louisiana de França e a Flórida de Espanha, e conquistam do México os territórios que actualmente formam o Arizona, Califórnia, Colorado, Nevada, Novo México, Texas, Utah e Wyoming. Desta forma, o castelhano/espanhol passou a ser uma das línguas dos Estados Unidos, ainda que estas variedades primitivas só sobrevivam até o início do século XXI em Sant Bernard Parish (Louisiana) e uma faixa que se estende do norte do Novo México ao sul de Colorado.

    Depois da guerra hispano-americana de 1898, os Estados Unidos apoderaram-se também de Cuba, Porto Rico, Filipinas e Guam. No arquipélago asiático, impôs um sistema de ensino para substituir o castelhano/espanhol pelo inglês como veículo de comunicação dos filipinos.

    No século XX, milhões de mexicanos, cubanos e porto-riquenhos emigraram aos Estados Unidos, convertendo-se na minoria mais numerosa do país: 34.207.000 pessoas, em novembro de 2001.

    [editar] Gramática

    [editar] Verbo

    Os verbos se dividem em três conjugações, que podem ser identificadas segundo as duas últimas letras do infinitivo: -ar, -er ou -ir.

    Os verbos conjugam-se em quatro modos verbais: Indicativo, subjuntivo, imperativo e potencial. Ainda, existem três formas impessoais: infinitivo, gerúndio e particípio, que entram na composição dos verbos compostos e perífrases verbais.

    Os tempos verbais podem ser simples ou compostos. Para cada tempo simples há um que é composto, que se forma antepondo o tempo simples correspondente do verbo "haber" ao particípio do verbo que se está a conjugar.

    Indicativo
    tempos simples

    • Presente - por exemplo, "(yo) hablo"
    • Pretérito imperfecto - "hablaba"
    • Pretérito perfecto simple ou pretérito indefinido - "hablé"
    • Futuro - "hablaré"
    • Condicional - "hablaría"

    tempos compostos:

    • Pretérito perfecto compuesto - "he hablado"
    • Pretérito pluscuamperfecto - "había hablado"
    • Pretérito anterior - "hube hablado"
    • Futuro compuesto - "habré hablado"
    • Condicional compuesto - "habría hablado"

    O pretérito anterior é pouco usado.
    Há situações onde se emprega o futuro para expressar dúvida: "serán las tres": serão umas três [horas].

    Subjuntivo / Conjuntivo
    tempos simples

    • Presente - "yo hable"
    • Pretérito imperfecto - "hablara" o "hablase"
    • Futuro - "hablare"

    tempos compostos

    • Pretérito perfecto compuesto - "haya hablado"
    • Pretérito pluscuamperfecto[Pretérito mais-que-perfeito] - "hubiera hablado" o "hubiese hablado"
    • Futuro compuesto[Futuro composto] - "hubiere hablado"

    O futuro do conjuntivo é um tempo arcaico que só se emprega hoje em dia em documentos legais. Muitos hispanófonos desconhecem a existência deste tempo verbal. Na Argentina a fala vulgar está-se a generalizar o uso do condicional em substituição do pretérito imperfeito nas frases condicionais ("si yo hablaría", significando "si yo hablara", ou "si yo hablase").

    Imperativo: habla (tú), hablad (vosotros)

    Para outras pessoas ou em frases negativas, o presente do conjuntivo vale por imperativo.

    [editar] Verbos regulares

    Tempo Simples Primeiro Segundo Terceiro
    Infinitivo: Comprar Vender Vivir
    Gerúndio: Comprando Vendiendo Viviendo
    Particípio passado: Comprado Vendido Vivido
    Indicativo Primeiro Segundo Terceiro
    Presente: Compro
    Compras
    Compra
    Compramos
    Compráis
    Compran
    Vendo
    Vendes
    Vende
    Vendemos
    Vendéis
    Venden
    Vivo
    Vives
    Vive
    Vivimos
    Vivís
    Viven
    Pretérito: Compré
    Compraste
    Compró
    Compramos
    Comprasteis
    Compraron
    Vendí
    Vendiste
    Vend
    Vendimos
    Vendisteis
    Vendieron
    Viví
    Viviste
    Viv
    Vivimos
    Vivisteis
    Vivieron
    Imperfeito: Compraba
    Comprabas
    Compraba
    Comprábamos
    Comprabais
    Compraban
    Vendía
    Vendías
    Vendía
    Vendíamos
    Vendíais
    Vendían
    Vivía
    Vivías
    Vivía
    Vivíamos
    Vivíais
    Vivían
    Futuro: Compraré
    Comprarás
    Comprará
    Compraremos
    Compraréis
    Comprarán
    Venderé
    Venderás
    Venderá
    Venderemos
    Venderéis
    Venderán
    Viviré
    Vivirás
    Vivirá
    Viviremos
    Viviréis
    Vivirán
    Potencial: Compraría
    Comprarías
    Compraría
    Compraríamos
    Compraríais
    Comprarían
    Vendería
    Venderías
    Vendería
    Venderíamos
    Venderíais
    Venderían
    Viviría
    Vivirías
    Viviría
    Viviríamos
    Viviríais
    Vivirían

    [editar] Vocabulário

    Devido às prolongadas conquistas às quais Espanha foi submetida ou que submeteu outras nações, a língua castelhana foi invadida por uma enorme quantidade de vozes "adquiridas" de línguas de diversos grupos. É possível encontrar palavras celtas, íberas, ostrogodas, visigodas, latinas, gregas, árabes, francesas, italianas, germanas, caribes, aztecas, quechuas, guaranis e outras. A influência relativa de cada um destas "aquisições" varia de acordo com o país falante.

    Os países da América, principalmente nas regiões rurais, conservam um grande número de arcaísmos: no extremo sul (Argentina e Uruguai) é frequente no trato coloquial o uso do "vos" em lugar do "tú" tradicional nos restantes países hispanófonos. A forma "vos" provém do trato formal da segunda pessoa do singular de antigamente, e sobrevive em Espanha na forma do trato informal para a segunda pessoa do plural (vosotros). O trato formal actual é "Usted" para a segunda pessoa do singular e "Ustedes" para a segunda pessoa do plural (também utilizados em Espanha).

    [editar] Sistema de escrita

    O castelhano/espanhol escreve-se mediante o alfabeto latino. Tem uma letra adicional, Ñ, embora no passado ch e ll fossem consideradas letras (ver dígrafo). As vogais podem levar um acento agudo para marcar a sílaba tónica quando esta não segue o padrão habitual, ou para distinguir palavras que, de outra forma teriam a mesma grafia (ver acento diacrítico).

    O u pode levar trema (ü) para indicar que este se pronuncia nos grupos "güe", "güi". Na poesia, as vogais i e u podem levar trema para romper um ditongo e ajustar convenientemente a métrica de um verso determinado (por exemplo, ruido tem duas sílabas, mas ruïdo tem três).

    Para mais informação, ver Ortografia da língua espanhola.

    Referências

    1. What are the official languages of the United Nations? (em Inglês). Organização das Nações Unidas (Dezembro de 2002). Página visitada em 02/01/2009.
    2. Estimativa do INEGI, 30 de junho de 2008.]
    3. Univisión
    4. U.S. Census Bureau (1/7/2006)[1]
    5. INE (1/1/2008) in Diario ABC
    6. Censo DANE (Ago-2008)
    7. Censo INDEC (2008) [2]
    8. INEI (30-jun-2007)
    9. Censo de 30 de junho de 2007 - Instituto Nacional de Estadisticas de Chile
    10. Censo oficial, 1 de julho] de 2005
    11. Organização das Nações Unidas, 30 de junho de 2007
    12. Estimativa para 2008 do Instituto Nacional de Estadisticas de Bolivia
    13. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007
    14. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
    15. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
    16. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
    17. 59.017 espanhóis (censo 2001) e 48.637 colombianos (estimativa da Open Channels e do consulado colombiano em 1999) [3]. Os colombianos são grupo mais numeroso de latino-americanos, depois dos brasileiros, no Reino Unido
    18. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
    19. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
    20. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
    21. Censo (2008)
    22. PMB Statistics, citado em Media in Canada 2006. tlntv (em 2006 quase 1 milhão de falantes do espanhol vivem no Canadá), broadcastdialogue.com (página 3), comunidadhispanahoy.ca
    23. 1% da população maior de 15 anos do país, que em 2005 era de 44.010.619 (Anexo:Falantes do espanhol na União Européia segundo o Eurobarómetro (2006))
    24. Página 32 de [4] (50% dos 733.000 estrangeiros são do Mercosul, e 43.064 imigrantes espanhóis).
    25. Anuário da Enciclopédia Britânica de 1997 CVC anuario del 99
    26. BBY (1997) (50.000 sefarditas)[5] + 80.000 íbero-americanos [6]
    27. Anuario da Enciclopédia Britânica de 1997 CVC anuario del 99
    28. Pág. 32 do estudo Demografía de la Lengua española
    29. Pág. 32 do estudo Demografía de la Lengua española, dado que se aproxima aos 104.000 dados pela Enciclopédia Britânica
    30. Censo sueco SCB, (2002)
    31. Dos quais 14.905 são espanhóis (censo 2001) e 75.000 equatorianos [7] (o maior grupo de latinoamericanos na Itália)
    32. 1% da população da Bélgica maior de 15 años, que em 2005 era de 8.598.982 (Anexo:Falantes do espanhol na União Européia segundo o Eurobarómetro (2006))
    33. [8] (75.300 latino-americanos não-brasileiros + 1.265 espanhóis Censo 2001)
    34. http://www.mtas.es/migraciones/anumigra/contenido/1-1.pdf Censo 2001] (espanhóis em Andorra
    35. Statistics New Zealand Censo demográfico de 2006
    36. Ethnologue
    37. Residentes espanhóis na Holanda segundo o censo de 2001
    38. Instituto Cervantes
    39. Residentes espanhóis em Portugal segundo o censo de 2001.
    40. Ethnologue
    41. Registro de Matrícula de residentes de los Consulados Españoles. Ministério de Assuntos Exteriores da Espanha, 1999-2001.

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